sábado, 31 de julho de 2021

Salem's Lot (Tobe Hopper, 1979) ou a hora do vampiro matador de reaças


Depois de Eaten Alive, Tobe Hopper deu uma pisada no freio e topou um trampo mais "tradicional", por assim dizer. Ou melhor, convencional. Tratou-se de uma versão para TV do então recém lançado livro Salem's Lot, do, ainda àquela altura, promissor Stephen King. E lá vou eu falar das histórias do King de novo, sem ter lido nenhum livro dele rsss Assim fica muito difícil saber o que é o livro e o que é o filme, mas enfim. Vou tentar falar algo sobre.

O trampo original seria um filme, mas acabou virando uma minissérie pra televisão de seis episódios. A história conta a a chegada de um vampirão das antigas em Jerusalem's Lot, no Maine (terra do King) (O Maine, e não Jerusalem's Lot), e as repercussões dessa "visita" entre os moradores da cidadezinha, em especial dois deles: um, escritor de histórias de terror, que veio de fora (mas nasceu no local), e uma criança local, muito madura pra idade e com uma atração estranha pelo terror, oculto, monstros e esquisitices em geral. Ambos podem ser lidos como alter egos do King, eu penso - inclusive pela semelhança física entre os dois atores. A constituição da dupla joga uma ideia de que os dois poderiam ser, num nível abstrato e poético, a mesma pessoa (o King, no caso), no passado e no futuro. Ou presente. Enfim...

Os temas básicos que o King costuma tratar em sua obra já se fazem presentes aqui, e costuram a trama:  infância, sensibilidade para o sobrenatural, o monstro como representação da opressão social (como veremos), um escritor que retorna a sua cidade natal, etc. Este escritor em questão, Ben Mears, vem investigar a mansão Marsten, localizada no topo da colina na entrada de Jerusalem's Lot. Um casarão antigo, deteriorado, estilo Família Adams, e que abrigou um crime no passado. Ben tem lembranças estranhas de seus momentos na casa na infância, quando a mãe trabalhava como doméstica para os antigos proprietários. Ele teve visões, e jura que um mal "irradia" do local pra toda a cidade. 

Esse mal, aos poucos e como geralmente acontece nos filmes do King, começa a tomar forma. A compra da mansão Marsten pelo misterioso sr. Barlow, um austríaco que, inclusive, vai abrir um antiquário na cidade, porém vive viajando, deixando seu empregado, Richard Straker, "resolvendo" os problemas burocráticos em Salem's Lot. 

A compra da mansão Marstem por Barlow e a chegada de Ben Mears culminam com o começo dos ataques a pessoas na cidadezinha. Adultos e crianças começam a morrer, ou ter seu sangue drenado, e logo, os mais atentos (os mediums do fantástico) começam a entender que estão lidando com uma praga de vampiros e o foco está localizado na mansão Marsten. Daí foi questão de tempo até a trama começar a correr. 

Em Salem's Lot, ou A Hora do Vampiro, Tobe Hopper pegou leve. Stephen King, apesar de ser de "esquerda", como é indicado na série (risos) (série ou filme né, eu assisti uma edição única de três horas de duração), é um cara tradicional, do interior do Maine, branco e com uma relação de carinho e apego com sua infância, algo que reflete MUITO em seu trabalho. Então frequentemente em suas histórias, vemos crianças, jovens, ou adultos complexados com a própria infância, em um mundo que figura entre o ideal, aos olhos de uma criança, e o nostálgico, quase idílico, onde as preocupações com problemas de ordem social não extrapolam os moradores do Maine. Então não vamos esperar o sangue, a selvageria e a insanidade dos dois trabalhos anteriores (eu esperei algo mais denso e me decepcionei um pouco): Jerusalem's Lot é um lugar onde nota-se que tem algo estranho acontecendo porque as pessoas começam a faltar à missa (!!).

O núcleo central de personagens, capitaneados pelos dois clones do King, são interessantes e bem construídos, especialmente os dois principais. Ambos carregam aquele ar de 'incompreendidos', ou outsiders, e a atração pelo terror surge como motivador dessa sensação de exclusão "espiritual". O jovem Mark (o clone mais novo) é visto como alguém altamente esquisito pelos próprios pais, algo preocupante; enquanto Ben já foi e já voltou nessa história. O gosto pelo terror venceu e tornou-o escritor. Ele foi embora pra longe da gente chata de Salem's Lot e voltou buscando inspiração para uma nova história no local mais assustador por onde já passou. As consequencias da religião na psiquê social tem as repercussões mais variadas, tanto na sociedade quanto no indivíduo. 

Não obstante, os dois surgem como os herois iluminados, ao tomar para si a obrigação de acabar com a praga de vampiros - um mal surgido no seio de um povo conservador (que chega através de uma loja de antiguidades!), e que só a sensibilidade dos dois é capaz de perceber e antecipar. 

A produção caprichou no tratamento dos vampiros. Apesar da cena cômica do garotinho vampiro na janela, o líder do covil, Mr. Barlow, é massa! Ele teve sua fisionomia inspirada no Nosferatu, só que de forma mais animalesca e menos humana. A sensação é de que se se ajusta a perspectiva em dois graus, ele pode ir do assustador ao cômico. Não sei se foi boa ideia ele não falar mas soar como uma motosserra (?!), mas sem dúvida isso contribuiu , assim como todo o conjunto do personagem, para ressaltar o aspecto não humano dos vampiros, lançando sobre eles a perspectiva de uma praga de algum bicho que precisa ser exterminada.

O personagem Straker, interpretado pelo ator James Mason, é outro ponto alto da trama. Como uma ponte para o objetivo de Barlow, ele é diplomático e sorturno ao mesmo tempo, e por isso assustador. As cenas em que ele surpreende o Mears "vigiando" o casarão Marsten são de arrepiar. Parece que foi ele quem escolheu Jerusalem's Lot para "alimentar" seu sócio Barlow pois lá continha tudo que um vampiro precisa: trata-se de uma comunidade reduzida, antiga, isolada em si mesma, de hábitos conservadores e religiosos, e que rejeitam o diferente com mais ou menos violência, ideal para o gosto por "sangue puro" dos vampiros. Quem diria que o coração de uma sociedade tão "pura" seria o local ideal para o foco de irradiação uma praga como essa... mas a realidade também não está muito distante disso, né.... 


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quarta-feira, 28 de julho de 2021

Eaten Alive (Tobe Hopper, 1976): outra obra de arte - menor que o 'Massacre' mas igualmente insana


Uau! Uau duas vezes! Como fiz bem em rever esse filme!

O insano The Texas Chainsaw Massacre não foi suficiente pro Tobe Hopper descarregar toda a selvageria escondida dentro de sua mente perigosa. E mais uma vez o faz com tanto refinamento que chega a ser estranho. O velho Judd, dono do Starlight Hotel, ultrapassa em muito seus contemporâneos psicopatas, principalmente por se tratar, se for como tô pensando, de uma figura não muito difícil de se esbarrar por ai, mesmo sendo o recorte dessa trama muito específico em sua localização. 

Em Eaten Alive, o que temos é a encenação teatral (e excepcional) de uma noite de insanidade, explorando uma mistura de histórias, lendas e personagens do "deep south" norte americano, fonte onde Tobe Hopper mais recorreu até então. Sem dúvida, uma casa deteriorada à margem de um pântano com jacarés, e uma névoa perturbadora formam um cenário muito comum entre as histórias que nos empurram "de lá para cá", seja por meio dos filmes, quadrinhos e até desenhos animados (Bernardo e Bianca usa bem esse clima), e sim, dependendo da proposta, é possível compartilhar dessa atmosfera. 

Esse, então, é o ambiente que Tobe Hopper reproduz pra contar a história do velho Judd, em Eaten Alive. A fonte de inspiração original é, mais uma vez, um serial killer real, desta vez um chamado Joe Ball, que nos anos de 1930 nos Estados Unidos (claro), possuía um bar na beira de um lago ou pântano, onde vivia um enorme crocodilo. Na época, Joe matou diversas mulheres e surgiu a lenda de que ele usava as vítimas para alimentar o réptil de estimação.

A despeito de quem quer que seja esse tal Joe Ball, alguém que não merecia ser imortalizado de forma alguma, Tobe Hopper acabou contando a história de um personagem que, considerando o que se comenta sobre (no filme), é muito fácil de identificar na sociedade, principalmente naqueles grupos reduzidos, recolhidos, atrasados culturalmente (comparado à dinâmica das grandes cidades) ou conservadores.  

O ator Neville Brand tornou o velho Judd num dos vilões mais insandecidos e furiosos do cinema, com seu Judd, um velho recluso, socialmente inapto, e com uma estranha relação de empatia com o "seu" crocodilo - que veio direto da África e vive tantos anos que é preciso que alguém o mate para que ele morra. Judd se perde constantemente entre "previsões" neuróticas acerca das consequencias das diabruras do seu pet, e numa noite excepcionalmente movimentada, onde há mais interações no jogo do que ele consegue controlar, ele perde a cabeça - ou termina de perder.

Eaten Alive narra uma noite de chacina realizada por um velho que se permite ultrapassar o limite da sanidade. Ele talvez não seja nem pior do que qualquer um dos que riem dele, ou de qualquer outro homem que aparece nesse filme: TODOS atrasados, instáveis, e violentos. As mulheres seguram todo o peso das (problemáticas mas interessantes) relações em cena, relações essas que tornam o filme ainda mais tenso e envolvente. É um filme que rende sustos (!) e cuja condução das cenas de violência rendem muitos momentos que seriam até dispensáveis, mas o impacto também seria outro. Dá medo.

O fato de ter sido todo gravado em um único estúdio talvez colabore para a imersão na história. A direção preza pelos personagens e por uma dinâmica teatral, por meio da qual podemos acompanhá-los e à sua surpresa a cada nova deixa narrativa. Acho essa uma grande qualidade nesse filme, que por si só já o diferencia. A insanidade geral que segue contribui com o choque. 

Eaten Alive seguido de The Texas Chainsaw Massacre é a promessa de um novo gênio do terror e, efetivamente, uma pequena obra de arte. Ainda to seguindo na filmografia do Hopper, e pelo pouco que vi, acho que dificilmente ele retoma essa linha, o que deve ter sido muito favorável pra sua saúde. 

PS: qualquer semelhança com Psych (1960) deve ser proposital.



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domingo, 25 de julho de 2021

Lifeforce (Tobe Hopper, 1985): monstros clássicos perfumados com misticismo extraterrestre ou a vida como ela é.


Boa surpresa, esse Lifeforce. To engatinhando na filmografia do Tobe Hopper como quem pisa em ovos. Ele fez coisas realmente insandecidas em seus primeiros trabalhos, mas desde Salem's Lot, a veia "televisiva" dele começa a se destacar. Em Lifeforce, ou Força Sinistra, filme que eu achei que fosse passar batido, temos mais um bom exemplo de uma história simples com desdobrar interessante, ficando a parte chocante para os efeitos visuais (e não os psicológicos, como em The Texas Chainsaw Massacre e Eaten Alive); um esforço realmente interessante quando pensamos que se trata de um filme da primeira metade da década de 1980.

Na história, uma adaptação do livro Space Vampires (Colin Wilson, 1976), uma equipe de astronautas capta uma presença estranha nas proximidades do cometa Halley. Ao investigarem, descobrem três humanoides hibernando em meio a uma tripulação de aliens semelhantes a morcegos gigantes (!). Mas ok, após esse encontro inicial, a aventura começa com os extraterrestres se revelando como uma espécie de vampiros espaciais drenadores de "ki" (energia vital), bem à moda dos vampiros clássicos mas, no caso, com uma dose interessante de possibilidades. Sendo extraterrestres, porque não, né?!

A parte mais interessante pra mim foi observar  essas possibilidades, algo discutido pelo próprio roteiro, e aqui chamo atenção para um detalhe que percebo, algo que espreita a obra de Tobe Hopper: a presença do misticismo. Não é algo escancarado, e só percebi essas referências em dois filmes dos que vi até agora. Mas em Lifeforce, não são os astros que apontam para um perigo iminente, como em o Massacre da Serra Elétrica, mas uma mistura (mistura não, complementaridade) entre ciência e misticismo, principalmente misticismo oriental. 

O vampiro encarado como alguém que drena energia vital é algo tão tangível entre os seres humanos quanto os objetos materiais à nossa volta. Quem nunca viajou na "energia pesada" de alguém e se sentiu exausto após um encontro que se acuse - ou, pior, estar com o humor ruim (ou com o "astral baixo") a ponto de mudar o humor das pessoas ao redor pode ser outro exemplo. Isso só pra ficar no nível de sensibilidade mais comum (o das pessoas que tem a habilidade de observar). 

A manipulação da energia física e psíquica a partir do controle das emoções, da disciplina mental, exercícios físicos e dieta adequada é algo difundido há milhares de anos pela cultura oriental, por meio das filosofias e doutrinas espiritualistas indianas, chinesas, japonesas, pela filosofia ocidental ao longo dos séculos, e até correntes científicas ainda consideradas como "alternativas" - ou pseudo ciência, pro povo mais brabo e ateístas 'religiosos'. Telepatias, sincronicidades, deja vu, parapsicologia (tema já levantado em Poltergeist) e 'magias' em geral também saem desse bolsão esotérico/metafísico que brota do interior da vida (se é que se pode falar disso dessa maneira) na forma de materialidade fazendo com que a realidade seja, assim, composta de diversas camadas (ou dimensões) mais sutis de matéria e energia de trabalho que podem ser captadas e transmutadas a partir do aperfeiçoamento (treino) da percepção enquanto ponte para a consciência. Poderia mesmo até ser que a origem desses mitos sobre vampiros tenham surgido desses conhecimentos antigos, repassados e percebidos de diferentes formas conforme a cultura e o momento histórico. 

E além de uma sacada ótima como essa, o filme ainda é repleto de cenas legais (a "possessão" de Patrick Stewart, em um de seus primeiros papeis no cinema, e os momentos em que aparecem a enfermeira ruiva, Ellen, são muito interessantes de se ver). Não há perda de tempo com passagens ou diálogos inúteis, e ainda que os efeitos visuais de violência não convençam ou sequer assustem nenhum adulto sério, rsssss há ritmo suficiente para segurar o espectador durante toda a reprodução. Ainda que remeta descatadamente, principalmente a partir da primeira hora de filme, a produções na linha de Invaders of Body's Snatcher, mesmo assim o faz de forma original, coerente, e atualizada para a época. 

Mais uma vez vislumbro um bom diretor na figura do Tobe Hopper, alguém que costura as várias dinâmicas psicológicas e situacionais e cria um todo muito coeso e satisfatório gostoso de digerir, mesmo com alguns excessos.


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sábado, 3 de julho de 2021

The Texas Chainsaw Massacre (Tobe Hopper, 1974): muito insano.


Talvez a coisa mais insana que já vi em termos de arte. Será que se pode chamar isso de arte? Um massacre? À moda slasher? Eu não sei, mas Tobe Hooper deu um salto qualitativo de seu primeiro filme, Eggshells (1969), como realizador, para o The Texas Chainsaw Massacre, lançado cinco anos depois. O Massacre transpira refinamento em suas nuances, e por mais que a insanidade em cena possa levar o espectador a picos de rejeição em determinados momentos, toda a obra parece ter sido construída para nos conduzir a um ápice insano.

O filme narra a história de cinco amigos que vão visitar a antiga propriedade da família de dois deles, irmãos, mas não contavam que a tal propriedade, em ruínas, era vizinha de uma família de maníacos, deficientes mentais e assassinos, responsáveis pela profanação de túmulos e roubo de corpos (ou pelo menos partes deles) que estavam pondo curiosas e temerosas a população local naqueles dias. 

Até aí o filme segue todo o rito dos filmes slashers.. ou melhor, do que viria a ser esse rito, mas se diferencia em muitos outros momentos. A começar por ser parcialmente inspirado em uma história real. Ed Gein é um popular psicopata, desses famosos, que assombrou os Estados Unidos por algumas décadas em meados do século passado, e inspirou boa parte das obras com essa temática, de Psicose  até o próprio Massacre. É a Ed Gein que a família Leatherface deve toda a sua criatividade para decoração de interiores (=p). U m massacre envolvendo um antigo matadouro e 33 corpos ocorrido em uma cidade de interior texana no ano anterior parece ter sido outra inspiração. 

A excelente direção contribuiu de forma muito significativa para fazer uma introdução sombria para o terror que viria a seguir. Toda a sequencia mostrando o primeiro casal a procura do rio e encontrando a casa da família Leatherface por trás da colina, e depois se aproximando dela e cogitando encontrar ajuda para a gasolina (tadinhos), é fenomenal. Hipnotizante, e muito sinistra, rss sério! Sombria ao extremo, ainda que se passe debaixo de um sol escaldante e um céu azul quase sem nuvens. Se você já sabe o que está por vir então, a tensão só falta explodir (em você - em mim, no caso rss).

Essa mesma direção que arrepiou com tanta sutileza nesses momentos iniciais foi também responsável pelos momentos mais delirantes e insanos e doentios que já vi em um filme. A violência com que Leatherface "abate" suas vítimas não provoca os mesmos efeitos que seus "filhos" Jason, Michael Myers e Freddy Krueger provocam. Enquanto nestes a violência gera até divertimento por conta dos péssimos personagens (geralmente), no Massacre, o que mais temos é desconforto e vontade de rejeitar o produto, tamanha brutalidade (não à toa o Massacre foi censurado em muitos países). 

Além disso, toda a interação e contexto da família psicótica é um pesadelo surreal e insano. A psicologia ali é indecifrável, mas temos algumas pistas do que pode ter acontecido e podemos fazer conjecturas sobre o porque de toda essa barbaridade.

É um filme que a partir de determinado ponto é difícil de digerir. Tobe Hopper caprichou na escolha dos atores, que, me parece, eram desconhecidos até então, mas ele conseguiu extrair deles todo o desespero e agonia e insanidade que a situação exigia. E apesar da pouca ação da primeira metade do filme, é nesse intervalo que um clima de horror intenso vai se construindo nas sutilezas do espaço em torno dos jovens. Só o cadeirante e a astróloga sentiram a "vibe" no ar, e mesmo assim, por suas vias individuais (cegos de juventude - o medo no caso do cadeirante, o movimento dos astros segundo a astrologa), ainda que os motivos para este clima estivesse pulando por toda parte em cena, pra quem tivesse atento - mas até essa suposta "desatenção", uma das principais críticas contrta os personagens de filmes de terror, é factível e, considerando a situação particular dos personagens, é possível de ser compartilhada.

A sequencia final então é uma das cenas mais desesperadoras e angústiantes, e, inacreditavelmente, BONITAS que já tive o PRAZER de contemplar no cinema de horror, de um alívio desconcertante quando encerra, que faz você agradecer por estar bem e aquilo ser só um filme. Se a serra elétrica funciona a energia, bateria ou combustível, tanto faz. Engulam como licença poética e aproveitem que isso aqui é um espetáculo!



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* Tá disponível nos streams dos sites darkflix.com.br, oldflix.com.br e no Youtube na versão dublada.

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